HISTÓRIAS DO ARCO DA VELHA
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ELENCO
Cristina
Guimarães
Simone Leal
Ivan de Oliveira
Gabrielly
Moreira
Valério Bandeira
TÉCNICA
FIGURINO Valério
Bandeira e Simone Leal
COREOGRAFIA
Cristina Guimarães
TEXTO E DIREÇÃO
GERAL Ronald Lima
Atores em cena:
03
Duração de cada
Espetáculo Episódio:
60 minutos.
Censura Livre.
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Espetáculos Realizados em 2015:
*Solar do Jambeiro de Niterói, RJ
(Temporada de 4 Episódios)
*SESC de Campos dos Goytacazes, RJ
(Apresentação de 1 Episódio)
"Histórias do Arco da Velha" é uma peça de teatro infanto-juvenil composta em episódios, escrita por Ronald Lima em abril de 2015 no Rio de Janeiro.
No Episódio intitulado "O Doce de um Mago", conhecemos a Velha Doralice, uma personagem acolhedora que compartilha histórias com as crianças. A história começa com a chegada de uma Vizinha, que procura um ingrediente para sua receita. Durante a busca pelo ingrediente, a Velha apresenta um livro mágico de receitas do Mago Marlim. Com a ajuda do livro, as crianças e a Vizinha aprendem sobre a importância das memórias, da amizade e do sorriso. O Mago Marlim, um personagem mágico, ensina lições valiosas sobre o poder da imaginação e da bondade.
Já no Episódio "A Festa da Bailarina", somos apresentados novamente à Velha Doralice, que desta vez está preparando uma festa. O personagem Dom Ratão, um antigo adversário, retorna à história com uma nova atitude, agora como organizador de festas. A Bailarina Lúcia, protagonista da festa, expressa sua gratidão ao ver que o Dom Ratão mudou e se tornou um amigo. Juntos, eles celebram a amizade, a mudança e a importância de sorrir.
Ambos os episódios destacam valores como amizade, bondade, imaginação e superação. Através de personagens cativantes e situações mágicas, as crianças são envolvidas em histórias que incentivam a reflexão e o aprendizado de maneira divertida e emocionante.
SOHO ?
Por que nos chamamos SOHO BRASIL ARTES CÊNICAS
O nome SOHO carrega em si muitas camadas — como uma colagem viva de referências que atravessam o mundo, a arte, o tempo e a luz.
Soho, em Londres, já foi o bairro boêmio da luz vermelha, e hoje pulsa com ares cosmopolitas, onde convivem pubs, clubes LGBTQIA+, cultura underground, gastronomia e o vibrante Chinatown. Uma mistura instigante de margens e tendências — onde vive, inclusive, a artista Björk.
SoHo, em Nova York, é o “South of Houston Street” — um antigo distrito industrial transformado em reduto artístico. Hoje é símbolo de vanguarda, onde artistas habitam lofts luminosos e reinventam a estética urbana nas galerias de arte. Um espaço de criação livre, ousado e efervescente.
SOHO também é Sol. A sonda SOHO (Solar and Heliospheric Observatory), lançada em 1995 pela ESA e NASA, continua a estudar o Sol, muito além da expectativa de sua vida útil. Uma metáfora perfeita para a arte: persistente, reveladora e vital.
Em 2000, ao criar a SOHO BRASIL ARTES CÊNICAS, quis nomear não apenas uma companhia, mas um selo autoral. Um espaço criativo onde tudo pode acontecer:
Moda, Teatro, Dança, Carnaval, Performance, Show.
Um palco em constante movimento, guiado pela luz do Brasil e pela energia de tudo aquilo que pulsa em cena.
Soho Brasil é essa soma: do mundo e do bairro, do Sol e da rua, do artista e da coletividade.
É onde a arte entra em cena — e nunca sai.